The realities of shopping malls and the sustainable construction sector have crossed in recent years in Brazil. Seeking to maximize energy and financial efficiency, market-traded companies have sought alternatives in a context of a greater importance of corporate responsibility related to the society and environment. Exacerbated by the Sao Paulo water and energy crisis in 2014, this race has become integrated by smaller companies as a way to also protect themselves from any failure of supply. Given the size of the shopping mall industry and its strong presence in the Brazilian’s routine, this study aimed to identify sustainable water and energy technologies in large shopping malls, which have led the changes in the sustainable management of resources in the sector, and to check its feasibility and financial impact on management costs of small and medium-sized shopping malls. As a result, the work proposes two ranking of technologies, according to their level of investment and their financial reduction in the management costs. Based on the case study methodology of Yin (2005), the research was conducted in the operating Shopping Hortolandia, a medium sized shopping mall. Through benchmarking with administrators of large shopping malls and sustainable technology suppliers, the study estimates major costs associated with these technologies such as deployment and maintenance. As a result, considering a conservative entrepreneur, the work prioritized the benefits of migrating to the free market among the available technologies for energy supply. For water supply, using artesian wells contracted in the BOT system proved to be the solution with greater benefits. Given this result, the work evidenced the possibility of achieving reduction of environmental impacts while decreasing financial demand. Therefore, in a context of sustainable concerns and in a growing industry that already has successful stories, the work proved that small and medium-sized shopping malls are an ample room for improvement.

As realidades do setor de shopping centers e de construção sustentável têm se cruzado nos últimos anos no Brasil. Buscando a máxima eficiência, tanto energética como financeira, empresas de capital aberto tem buscado alternativas em um contexto de maior responsabilidade social e ambiental. Agravada pela crise hídrica e energética de 2014, esta corrida passou a ser integrada por empresas de menor porte como forma de também se proteger de eventuais falhas de fornecimento. Dadas a dimensão do setor de shopping centers e sua forte presença no cotidiano dos brasileiros, este trabalho objetivou identificar tecnologias sustentáveis de água e energia em shoppings de grande porte, que têm liderado as mudanças na gestão ambiental, e verificar sua viabilidade e impactos financeiros nos custos condominiais em shoppings de pequeno e médio porte. Como resultados, o trabalho propõe duas hierarquizações de tecnologias, de acordo com: o nível de investimento demandado e a economia no custo condominial. Baseado na metodologia de estudo de caso de Yin (2005), a pesquisa foi realizada a partir do Shopping Hortolândia já em operação, com caracterização de empreendimentos de pequeno porte. Através de benchmarking com administradoras de shoppings de grande porte e fornecedores de tecnologias sustentáveis, estimou-se os principais custos associados às tecnologias, como implantação e manutenção. Como resultados, dentre as tecnologias disponíveis e para um empreendedor mais conservador, a análise priorizou os benefícios da migração para o mercado livre para fornecimento de energia e a utilização de poços artesianos contratados na modalidade BOT para fornecimento de água. Com isto, este trabalho comprovou, em um contexto de preocupações sustentáveis, a possibilidade de atrelar redução de impactos ambientais com aumento da performance financeira em um setor em crescimento que já possui casos de sucesso, mas que ainda possui amplo espaço para melhoria, a saber, shoppings de pequeno e médio porte.