A survey had been made of some examples in which social rent was applied to verify what are the characteristics and best practices that can be adapted for the situation of Brazil and also what are the main points of attention of past experiences. Solutions for housing problems are thought around the world, regardless of the level of development of the country. Each type of alternative depends very much on local situations, ranging from more centralized solutions in the hands of the federal state to decentralization by municipalities, NGOs or private companies with the most different models of operation. Some examples are social rental in France (HLM), Singapore, Latin America (Chile, Colombia, Mexico), as well as in the United States and England.

In Brazil, with a housing deficit of 6.1 million residences, government housing programs are mostly aimed at property ownership. My House My Life (MCMV) is the federal government's main flag to provide low-income housing to 2.8 million units from 2009 when it was launched until May 2016. Despite the great advances, the model is not enough to solve the problem of Brazilian housing. Complementary renting models are less well known and have tried to be an alternative to complement the range of solutions. In Brazil, three main programs exist to reduce housing demand through leasing: Residential Lease Program (PAR), Social Rental Program (PLS) and Rent Assistance. In addition to the models in operation, it is worth mentioning two other proposed models that are currently under discussion in the city of São Paulo: Public Private Partnership for Social Lending, headed by the municipality of São Paulo and the Residential Accessible Rental Program (LAR), proposed by SECOVI-SP.

Buscou-se fazer um levantamento de alguns exemplos em que o aluguel social é aplicado para verificar quais são as características e melhores práticas que podem ser adaptadas para a situação do Brasil e também quais são os principais pontos de atenção de experiências passadas. Soluções para os problemas habitacionais são pensadas ao redor de todo o mundo, independente do nível de desenvolvimento do país. Cada tipo de alternativa depende muito das conjunturas locais, variando desde soluções mais centralizadas nas mãos do estado federal até descentralização por municípios, ONGs ou empresas privadas com os mais diferentes modelos de operação. Alguns exemplos são os de aluguel social na França (HLM), em Cingapura, na América Latina (Chile, Colombia, México), além de nos Estados Unidos e Inglaterra.

No Brasil, com um déficit habitacional de 6,1 milhões de residências os programas de moradia do governo são em sua maioria voltados para a propriedade do imóvel. O Minha Casa Minha Vida (MCMV) é a principal bandeira do governo federal para prover moradia a famílias de baixa renda entregando 2,8 milhões de unidades de 2009 quando foi lançado até maio de 2016. Apesar dos grandes avanços, o modelo não é suficiente para resolver o problema de habitação brasileiro. Modelos complementares voltados à locação são menos conhecidos e têm tentado ser uma alternativa para complementar o leque de soluções. No Brasil são três os principais programas existentes que visam diminuir a demanda habitacional através da locação: Programa de Arrendamento Residencial (PAR), Programa de Locação Social (PLS) e o Auxílio Aluguel. Além dos modelos em funcionamento, vale citar outros dois modelos propostos que se encontram em fase de discussão na cidade de São Paulo: Parceria Público Privada de Locação Social, encabeçado pelo município de São Paulo e o programa de Locação Acessível Residencial (LAR), proposto pelo SECOVI-SP.