The ways of raising funds to develop projects in the real state business has been an important criteria for the viability of its projects. Currently, in Brazil, there are several possibilities to raise resources, be they expensive, own money, or helped by the Federal Government. Due to the large housing deficit in the country; incentives programs for the purchase of property, such as Minha Casa Minha Vida; and the current low interest rate shows that the number of entrepreneurs entering the construction activity has intensified. However, the lack of funding is an obstacle for the business, especially those of large size. Until the nineties, the enterprises were consolidated through their own resources, coming from relatives or friends, betting on the return of the investment. Most entrepreneurs built their projects by exchanging land for future apartments and financial institutions, supported by the Brazilian Savings and Loan System, which corresponds to the savings account of the population, due to the cost / benefit of this operation. Depending on the size of the company, other options become available, such as the use of medium-term notes; Structured funds; securitization; and / or using a private equity. Large companies are able to lower the business expenses of these operations, rather than reduced fees, when purchasing resources. This work presents a qualitative research, evidencing that, through the equalization of the size of the project, professionalism and knowledge, the cost to acquire financial market resources can make medium and large projects more attractive to the investors, fulfilling the dreams of entrepreneurs and of those who seek the acquisition of a property, it is concluded that access to such resources is favorable to real estate development.

As formas de se captar recursos para a construção de empreendimentos, na indústria da construção civil, tem sido um critério determinante à viabilidade de projetos que visem o financiamento à incorporação imobiliária. Atualmente, no Brasil, há diversas possibilidades para se captar recursos, sejam estes onerosos, próprios, ou subsidiados pelo Governo Federal. Em virtude do déficit habitacional vultoso existente no país; dos programas de incentivo à compra de imóvel, como o Minha Casa Minha Vida; e, da atual reduzida taxa de juros, constata-se que a quantidade de empreendedores ingressando na atividade da construção civil se intensificou. A falta de verbas para a construção civil ocorre, também, devido ao pouco conhecimento das possibilidades que o mercado oferece, em termos de financiamento. Até a década de noventa, os empreendimentos se consolidavam através de recursos próprios, advindos de parentes ou amigos, apostando-se no retorno do projeto. A maioria dos empreendedores viabiliza os seus projetos através das permutas e das instituições financeiras, lastreados com recurso do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que corresponde à caderneta de poupança da população, devido ao custo/benefício dessa operação. Dependendo do porte da empresa, outras opções se tornam viáveis, como a utilização de notas de médio prazo; Fundos estruturados; securitização; e/ou via equity. As empresas de grande porte conseguem diluir os custos burocráticos dessas operações, em detrimento de taxas reduzidas, por ocasião da aquisição de recursos. Este trabalho apresenta uma pesquisa qualitativa, evidenciando-se que, através da equalização do porte do projeto, profissionalismo e conhecimento, o custo para se adquirir os recursos oriundos do mercado financeiro pode viabilizar projetos de médio e grande porte, realizando os sonhos de empreendedores e dos que almejam a aquisição de um imóvel, Conclui-se que o acesso a tais recursos é favorável à incorporação imobiliária.