In the USA, from the 1950s an urban decentralization policy was implemented, encouraging population displacement to the peripheries. Consequently, commerce followed the consumer and a series of factors led to the emergence of the shopping center, a real estate base development that became the today‟s mostmodern retail management system. At first it was only a shopping model. From the mid-1960s, with the expansion of its functions and mix, several types appeared at a fast pace rhythm. Maitland, in 1990, identified seven types of shoppings. Nowadays there are more than twenty. Among the traditional ones, the following stand out: neighborhood, community, factory outlets, entertainment and regional (lifestyle centers, retail resorts). Among the emerging shoppings are those of retail destination and entertainment; the specialized ones; those focused to train and subway stations; and those located at airports. Generalists at first, the malls became increasingly specialized, focused on meeting the consumer‟s new needs and desires. This text first discusses aspects related to the emergence of this typological variety of shopping centers, which includes the trilogy of success: retail; food; and leisure. Afterwards are analyzed planning and design characteristics of international and national examples installed in transport nodes, subway and train stations. Highlights include: Heathrow Airport Terminal 3; Shopping Itaquera and Tatuapé Complex, both in subway stations. As a particularity of these shoppings in stations is that they are of secondary function, where the primary one is transportation, but the benefit is the large number of pedestrians. In the origin they attend the community resident; at destiny the central areas of jobs. Finally is detached the distinctive role of this type of shopping for the development and greater sustainability of the cities.

Nos EUA, a partir dos anos 50 uma política de descentralização urbana foi implementada, incentivando o deslocamento populacional para as periferias. Consequentemente o comércio acompanhou o mercado consumidor e um conjunto de fatores propiciou o surgimento do shopping center, empreendimento de base imobiliária que acabou se transformando no mais moderno sistema administrativo varejista da atualidade. No princípio somente como modelo de compras. A partir de meados da década de 1960, houve a ampliação das funções e do mix, que propiciou o surgimento de diversos tipos de forma acelerada. Maitland, em 1990, identificou sete tipos de shoppings. Atualmente são mais de vinte. Dentre os tradicionais, destacam-se: o de vizinhança, o de comunidade, os outlets de fábrica, os de entretenimento e os regionais (lifestyle centers, resorts de varejo). Dentre os shoppings emergentes destacam-se: os de destino de varejo e entretenimento; especializados; os direcionados às estações de trem e metrô; além dos localizados em aeroportos. De generalistas num primeiro momento, os shoppings se tornaram cada vez mais especializados, focados em atender às novas necessidades e anseios do consumidor. Este texto primeiramente comenta aspectos concernentes ao surgimento dessa variedade tipológica de shopping centers, que incluem a trilogia do sucesso: varejo; alimentação; e lazer. Em seguida analisam-se características de planejamento e projeto de exemplares internacionais e nacionais, instalados em nós de transporte, estações de metrô e trem. Destacam-se: Terminal 3 do aeroporto de Heathrow; Shopping Itaquera e Complexo Tatuapé, ambos em estações de metrô. A característica desses shoppings em estações, é que são de função secundária, onde a primária é o transporte, se beneficiando, porém, do grande número de pedestres. Na origem atendem a comunidade residente; no destino as áreas centrais de trabalho. Ao final destaca-se o papel diferenciado desse tipo de shopping para o desenvolvimento e maior sustentabilidade das cidades.