The Corporate Mobility Pilot Project CENU-WTC is the first project developed by the World Bank (WB) to improve mobility in partnership with the private sector. This pilot is being implemented in the Sao Paulo city, a metropolitan area with 19.8 million people, one of the greatest vehicles fleets in the world – 8.5 million motorized vehicles – and some of the worst records on traffic jams.

While the solution for congestions on the long-run lies on investing in better transportation systems, such as metro, these investments are expensive and time-consuming. A less costly way to improve mobility is by changing the travel behavior of users, or, in other words, managing their transportation demand.

The Corporate Mobility Project’s goal is to reduce single-occupancy vehicle (SOV) trips. The WB invited companies located in two office building complexes that together shelter about 6,000 employees to participate voluntarily in this pilot. The WB will develop mobility plans for each company to incentive employees to adopt alternatives such as carpooling, shuttle services, teleworking and biking.

The project was inspired by benchmarks of cities around the world that have Travel Demand Management (TDM) policies requiring companies to develop mobility plans to reduce the number of employees driving alone to work. The project implementation will finish by November 2012, with an impact evaluation study. If it manages to successfully reduce SOV trips, it can lay the foundation for changing Sao Paulo’s municipal legislation in order to incorporate TDM instruments. One of them being parking management. Sao Paulo still has minimum requirements of parking for real estate developments, while the trend worldwide is to limit parking to discourage car use. The Corporate Mobility Pilot Project can support the reduction or banishment of the minimum parking requirements by putting in place a structured policy designed to stimulate the adoption of transport alternatives.

Como mudanças na lei que exige a construção de número mínimo de vagas pode tornar o setor imobiliário mais sustentável – e como um projeto piloto do Banco Mundial pode servir de base para essa mudança

O Projeto Piloto de Mobilidade Corporativa CENU-WTC é o primeiro projeto desenvolvido pelo Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) para melhorar a mobilidade em parceria com o setor privado. O Piloto está sendo implementado na cidade de São Paulo, uma área metropolitana com 19,8 milhões de pessoas, uma das mais numerosas frotas de veículos motorizados do mundo – 8,5 milhões – e alguns dos piores índices de congestionamento.

Embora a solução para o problema dos congestionamentos no longo prazo resida em investimentos em melhores sistemas de transporte, como metrô, esses investimentos são caros e demandam muito tempo. Uma maneira menos custosa de melhorara a mobilidade é modificar as escolhas de deslocamento dos usuários, ou, em outras palavras, gerindo a demanda por transporte.

O objetivo do Projeto Piloto de Mobilidade Corporativa CENU-WTC é reduzir os deslocamentos em veículos com um único ocupante. O BIRD convidou empresas sediadas em dois complexos comerciais que juntos abrigam cerca de 6.000 funcionários para participar voluntariamente desse piloto. O BIRD vai desenvolver planos de mobilidade para as empresas, com o objetivo de incentivar seus funcionários a adotar alternativas, como o uso de carona, ônibus fretado, teletrabalho e bicicleta.

O projeto foi inspirado em casos de estudo de experiências bem-sucedidas em cidades do mundo todo que têm políticas de gestão de demanda de viagens (TDM em inglês) exigindo que as empresas tenham planos de mobilidade para reduzir o número de funcionários dirigindo sozinhos para o trabalho. A implementação do projeto será concluída em novembro de 2012, com um estudo de avaliação de impacto.

Se o projeto for bem-sucedido em sua meta de reduzir o número de pessoas dirigindo sozinhas, ele poderá lançar as bases para uma mudança importante na legislação municipal de São Paulo, que poderia passar a incorporar instrumentos de TDM. Um desses instrumentos é a gestão de estacionamento. São Paulo ainda tem legislação exigindo a construção de número mínimo de vagas de estacionamento para novos empreendimentos, enquanto a tendência global é justamente limitar a oferta de estacionamento, para desencorajar o uso do carro. O Projeto Piloto de Mobilidade Corporativa pode ajudar a reduzir ou banir a exigência de números mínimos de vagas, substituindo-a pela adoção de uma política estruturada, desenvolvida para estimular a adoção de alternativas de transporte.