The Brazilian real estate development environment is suffering hard disturbance in 2012 first semester as consequence of the underperformance showed in the listed companies 2011 balance sheets (2010 for Cyrela). The long sequence of positive results since 2006/2007 at this moment is replaced for losses, tinted with the evidence that they occur due to inadequate profits appropriation in the past. We envision discredit dispersed from the listed companies, because the market agents and analysts do not have knowledge and confidence about what is hidden behind the curtains and what is already disclosed concerning these profit appropriations. The criticism persists specially because the companies credit the losses mainly to the building strategy involving partners. There are no strong evidences that the new privileged procedure - build with a company team - is complemented with the adequate structure to be successful, embracing plan, supply, build and control. A new era as to come and the companies will gain credibility as capable of restart with the structural design compatible with the effective real estate operations risks and control.

O ambiente do real estate brasileiro está extremamente conturbado nesse primeiro semestre de 2012, como consequência do desempenho apresentado pelas empresas de capital aberto, refletido nos balanços de 2011 (2010 para Cyrela). Séries de resultados positivos, mostrados desde 2006/2007 se substitui por prejuízos, cuja evidência é que são fruto de apropriações inadequadas no ciclo passado. O setor está marcado por descrédito, porque o mercado não é capaz de vislumbrar quanto do que estava "escondido" já foi levado para os balanços e quanto resta de problemas internados. A crítica se dissemina especialmente porque as empresas têm creditado os maus resultados a estratégias de parceria que privilegiaram, sem mostrar, entretanto, como montaram estruturas novas de gestão para não replicar problemas adiante. Construir é da essência de empreender, mas não é da essência de ser empreendedor. As empresas brasileiras em geral escolheram construir como atividade das companhias empreendedoras. As empresas devem ter sua estrutura redesenhada, na medida em que o desenho prevalente desde 2006 se mostra incapaz de servir à uma boa gestão, especialmente nas questões de estratégia de construir, e no sistema de decisão sobre empreendimentos. Uma nova era advirá e as empresas ganharão credibilidade na medida em que sejam capazes de começar de novo.