Analyze the Residential Real Estate Market in São Paulo when 75% of the middle class already has own property. Decrease of 27.0% in releases and 4.8% in sales of new homes in 2012 compared to the previous year. Expected to launch in the current year 31 thousand residential units, up 10%, estimated sales of 28,000 units, an increase of 3.5% over 2012. The average price has evolved releases 27% in 2011 and 10% in 2012, close to the IGP-M, which ranged 7.8%. The volume of real estate loans increased 46 times in a decade and the number of units financed increased 16 times, but still represents only 6% of GDP, half of countries such as Chile and Mexico. The mortgage operations outnumber bank lines of vehicle financing and approach of personal credit, as in developed countries. The granting of credit resources of savings accounts increased 3.6% from 2011 to 2012. There seems to be no risk of formation of a "housing bubble" because 70% of loans are allocated to the first property for housing. This public does not buy with the expectation of speculation as to future price increases. The relief of construction presents reflections favorable for real estate market with the reduction of 6% to 4% rate of RET to theincorporations made in “appropriated assets”, pension contributions of 2% on income instead of 20% onthe sheet payments, reduction of 11% to 3.5% of the retention of social security contributions of subcontractors, facilitate project approval and licensing of buildings. The risk of launch failure of residential are reduced due to the existence of satisfying demand.

Analise do Mercado Imobiliário Residencial na cidade de São Paulo quando 75% da classe média já tem imóvel próprio. Retração de 27,0% nos lançamentos e de 4,8% nas vendas de imóveis novos em 2012 quando comparado ao ano anterior. Previsão de lançamento no ano corrente de 31 mil unidades residenciais, alta de 10%, estimativa de venda de 28 mil unidades, aumento de 3,5% sobre 2012. O valor médio do preço de lançamentos evoluiu 27% em 2011 e 10%, em 2012, próximo do IGP-M, que oscilou 7,8%. O volume de crédito imobiliário cresceu 46 vezes em uma década e o número de unidades financiadas cresceu 16 vezes, mas ainda corresponde apenas a 6% do PIB, a metade de países como Chile e México. As operações de crédito imobiliário suplantam as linhas bancárias de financiamento de veículos e se aproximam das de crédito pessoal, como nos países desenvolvidos. A concessão de crédito com recursos das cadernetas de poupança aumentou 3,6% de 2011 para 2012. Não parece haver o risco deformação de uma “bolha imobiliária” porque 70% dos créditos concedidos têm sido destinados aoprimeiro imóvel para moradia. Este público não compra com a expectativa de especulação quanto a futuro aumento de preços. A desoneração da construção apresenta reflexos favoráveis ao mercado imobiliário com a redução de 6% para 4% da alíquota do RET para as incorporações feitas no “regime de patrimônio de afetação”; contribuições previdenciárias de 2% sobre a receita em vez de 20% sobre a folha depagamentos; redução de 11% para 3,5% da retenção da contribuição previdenciária de subcontratadas, desburocratização na aprovação de projetos e nos licenciamentos de construções. Os riscos de insucesso no lançamento de empreendimentos residenciais são reduzidos devido à existência de satisfatória demanda.