The future effects of mega events like the World Cup and the Olympic Games are a complex issue. The host city aspires, and is also requested by international entity to produce an event that reaches high levels of achievement, and that lives a wide range of social, cultural and economic benefits. As an act of XXI ́s city construction, London‟s 2012 Olympic Games leveraged one of the largest urban regeneration projects in Europe, pursuing urban growth‟s ambition, organizing public and private resources,institutional structures and planning processes by combining vision and action. The Westfield Stratford City Mall is participant of this project as part of the created infrastructure to serve the Olympics and later sustain local development, being currently an important legacy post-event for the population. Opened in September 2011, with 175,000 m2 of sales area, offers over 300 shops, 17 cinemas, amusement park,three hotels, and the country‟s largest casino. The project‟s differential was the dual functionalityproposal adoption, containing an open mall, access to the park, now renamed as “Queen Elizabeth”, fromwhere 80% of consumers reach the enterprise. On the other side, the covered shopping mall which provides access to train and subway stations, in addition to the mix of activities. The innovative geometric solution, started to appear in the new shopping centers, mainly europeans, due to climate contrasts, in order to optimize and occupy the spaces in all periods of the year. Especially the great shops andrestaurants takes advantage of the double access. It‟s an excellent strategy for business, keeping theattractiveness to the consumer. This text tells a little bit of the enterprise‟s story and its specificities inrelation to architecture and urban development, to serve as example and subsidy for similar proposals.

Os efeitos futuros de megaeventos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos são assuntos complexos. A cidade sede aspira, e é também solicitada pela entidade internacional a produzir um evento que atinja elevados níveis de realização que atenda um amplo leque de benefícios sociais, culturais e econômicos. Como um ato de construção da cidade do séc. XXI, os Jogos Olímpicos de Londres 2012, alavancaram um dos maiores projetos de regeneração urbana da Europa, levando adiante a ambição de crescimento urbano, com a organização de recursos públicos e privados, estruturas institucionais e processos de planejamento combinando visão e ação. O Westfield Stratford City Shopping Center é participante desse projeto como parte da infraestrutura criada para atender as olimpíadas e posteriormente sustentar o desenvolvimento local, sendo atualmente um importante legado deixado à população pós-evento. Inaugurado em setembro de 2011, com 175.000 m2 de área de vendas, abriga mais de 300 lojas, 17 salas de cinema, parque de diversões, três hotéis e o maior cassino do país. O diferencial do projeto foi a adoção da dupla funcionalidade da proposta, contendo uma rua comercial aberta, acesso ao parque, hojerebatizado como “Queen Elizabeth”, por onde chegam ao empreendimento 80% dos usuários. Do outro lado, o shopping coberto que dá acesso às estações de trem e metrô, além do mix das atividades. A solução geométrica inovadora adotada, passou a aparecer nos novos centros comerciais, principalmente europeus, em função do clima de contrastes, tendo em vista a otimização e ocupação dos espaços em todos os períodos do ano. Principalmente as grandes lojas e restaurantes usufruem desse duplo acesso. Consiste numa excelente estratégia para os negócios, mantendo a atratividade para o usuário consumidor. Este texto relata um pouco da história do empreendimento e suas especificidades em relação à arquitetura e implantação urbana, de modo a servir de exemplo e subsídio para propostas semelhantes.