The financial system as a whole is quite complex, because it brings together an interwoven system of variables that change form at all times, this complexity has deepened in recent years, a period in which credit flow maximized, forcing the organizers and arbitrators of the system to modernize and organize this entire network. Banking control through Basel III arises in order to avoid, through regulatory norms, excessive bank leverage, creating hygiene and security to the economic system. Meanwhile, on the other side there are the Mergers, almost banking institutions, representatives of real estate credit and that carry out their capitalization and leverage activities free of regulations and any supervision of the global class. The objective of this study is to analyze and compare, through the Basel III Agreement, the differences in the degree of financial leverage (GAF) between national banks and the large housing credit incorporators, seeking to understand how regulations influence the market and what differences leverage practiced between both, it is possible to emphasize the possible viability of regulation by the incorporating side, making incitement in relation to the possible need. In order to comply with the methodology, a bibliographical research was carried out, using a sample of 19 national developers with the objective of analyzing and comparing the higher levels of financial leverage practiced in the sectors. From the obtained results, it can be observed that the Banking Institutions, even under regulatory effects, operate with average leverage of 12.6, obtaining superiority under the incorporators, which reach 2.42 GAF, although these in turn have the freedom to leverage themselves without regulation. It is concluded that each sector clearly has its peculiarities that end up influencing the capital and financing structures, having very individual peculiarities and determining a great difference in the capital structure.

O sistema financeiro como um todo é bastante complexo, pois reúne um entrelaçado sistema de variáveis as quais mudam de forma a todo o momento. Esta complexidade se aprofundou nos últimos anos, período esse em que o fluxo de credito maximizou-se, obrigando aos organizadores e árbitros do sistema a se modernizarem e a organizarem toda esta rede. O controle bancário através de Basileia III surge a fim de evitar através de normas regulatórias, as excessivas alavancagens bancárias, criando higidez e segurança ao sistema econômico. Entretanto, do outro lado existem as Incorporadoras, instituições quase bancárias, representantes do crédito imobiliário e que executam suas atividades de capitalização e alavancagem livres de regulações e de qualquer supervisionamento de classe global. O artigo tem como objetivo analisar e comparar por intermédio do Acordo de Basileia III, as diferenças do grau de alavancagem financeira (GAF) entre bancos nacionais e as grandes incorporadoras de credito habitacional, buscando entender como as regulações influenciam o mercado e quais as diferenças de alavancagem praticada entre ambos, destaca-se a possível viabilidade de regulação pelo lado incorporador, fazendo incitação em relação a está possível necessidade. Para cumprimento da metodologia foi realizada uma pesquisa bibliográfica, utilizando uma amostra de 19 incorporadoras nacionais com o objetivo de analisar e comparar os maiores graus de alavancagem financeira praticados nos setores. A partir dos resultados obtidos, observa-se que as Instituições Bancárias, mesmo sob efeitos regulativos, operam com graus de alavancagem médios de 12,6, obtendo superioridade sobre as incorporadoras as quais chegam a 2,42 de GAF. Conclui-se que cada setor tem claramente suas particularidades que acabam por influenciar as estruturas de capital e de financiamento, possuindo peculiaridades muito individuais e determinando uma grande diferença na estrutura de capital.