The urban gentrification projects are achievements of the government from the identification of degraded or areas in need of special projects. For its implementation, the government needs to develop a management structure specially organized for this purpose. Currently there is not a management structure solid enough to be used as a model and replicated in different areas or scales in the country. This deficiency is becoming more visible as a result of increased partnerships between the public and private companies, enabling many of these projects in Brazil but in return, the private companies involvements pushes the government to move to establish an efficient structure to implement them at the same rate as private companies impose on developing its own projects

Thus, the present study aimed to recognize the main elements that make up the management structure of a public project of urban regeneration, collecting information from the literature, three urban revitalization projects already undertaken in Brazil and abroad, seeking to extract good practices, and finally proposing a structure that enables to serve as guidance for project management offices or stakeholders, with the possibility of replication in different scales of urban projects.

The results were separated by the present author in six phases which are understood to be relevant to the planning of the macro structure of the life cycle of urban revitalization projects, are they: (i) Inception Phase, (ii) Formulation Phase, (iii) Planning and Structure Phase, (iv) Execution Phase, (v) Monitoring and Control Phase(vi) Closing Phase.

This article is part of a more comprehensive and detailed what constitutes a dissertation in progress in the Program Graduate of Civil Engineering, Polytechnic School of University of São Paulo.

Os projetos de revitalização urbana são realizações do poder público a partir da identificação de áreas degradadas ou que necessitam de projetos especiais. Para a sua execução, o governo precisa desenvolver uma estrutura gerencial especialmente organizada para este fim. Atualmente ainda não existe uma estrutura de gerenciamento sólida o suficiente para ser utilizada como modelo e replicada em diferentes áreas ou escalas no país. Esta carência está se tornando mais visível em consequência do aumento das parcerias entre o poder público e empresas privadas, viabilizando muitos destes projetos no Brasil mas que, em contrapartida, pressionam o governo a se movimentar para estabelecer uma estrutura eficiente a fim de executá-los no mesmo ritmo que as empresas privadas impõem no desenvolvimento de empreendimentos próprios.

Assim, o presente trabalho teve como objetivo reconhecer os principais elementos que compõem a estrutura de gerenciamento de um projeto público de revitalização urbana, levantando informações através da literatura, de três projetos de revitalização urbana já realizados no Brasil e no exterior, procurando extrair as boas práticas1, e propondo por fim, uma estrutura que permita servir como direcionamento para gerenciadoras ou partes interessadas, com a possibilidade de replicação em diferentes escalas de projetos urbanos.

Os resultados encontrados foram separados pelo presente autor em seis fases que, entendem-se relevantes para o planejamento macro da estrutura do ciclo de vida dos projetos de revitalização urbana, sendo estes: (i) Fase de Iniciação, (ii) Fase de Formulação, (iii) Fase de Planejamento e Estrutura, (iv) Fase de Execução, (v) Fase de Monitoramento e Controle e (vi) Fase de Encerramento.

O presente artigo é parte de uma pesquisa mais abrangente e detalhada que constitui uma dissertação de mestrado em andamento no programa de Pós-Graduação de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP .

  • 1. Como Boa Prática, o presente trabalho considera o conceito descrito pelo Guia PMBOK (2004): “Boa Prática significa que existe acordo geral de que a aplicação correta dessas habilidades, ferramentas e técnicas podem aumentar as chances de sucesso em uma ampla série de projetos diferentes.”