In a brief evolution pointed transformations of the "live" to the Brazilian housing, which was taking and modifying habits. The verticalization, considered a characteristic of Brazilian urbanization, expressivity with the use of elevators and construction technologies. The introduction of horizontal property - such as housing - was taken over by the "urban society" a dynamic that was reproduced by Brazilian cities.

Prevalent in urban centers, the building presents a kind of condominium developments - conjunction with technological equipment, specialized operations (and provision of services), reducing the increase in private areas and common areas, modifying the form of furniture and home appliances, among others. These factors - combined - lead us to believe that people are organizing and living spaces getting smaller and compact. Living in a condominium involves another transformation (or will be living in urban cities?).

A reflective approach is intended about the urban portrait of real life demonstrates the introduction of new practices in everyday spaces getting smaller.

Numa breve evolução apontamos as transformações do “morar” brasileiro até o período contemporâneo (que foi assumindo e modificando hábitos). A verticalização, considerada uma característica da urbanização brasileira, alcançou expressividade com o uso dos elevadores e das tecnologias de construção. A introdução da propriedade horizontal - como moradia - foi assumida pela “sociedade urbana” numa dinâmica que se reproduziu pelas cidades brasileiras.

O edifício em condomínio apresenta uma espécie de evolução - conjugada com equipamentos tecnológicos, operações especializadas (e disponibilização de serviços), redução das áreas privativas e aumento das áreas comuns (dos imóveis), modificação da forma de móveis e eletrodomésticos, dentre outros. Tais fatores - conjugados - nos levam a crer que as pessoas estão se organizando e vivendo em espaços cada vez menores e compactos. É a sociedade em movimento.

Numa abordagem reflexiva pretende-se introduzir a análise da “lente imobiliária”, com objetivo de demonstrar os efeitos da perspectiva (e facetas), algumas vezes não identificados facilmente.